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23 de abr. de 2013

VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE

Vacinação contra a gripe termina nesta semana
22/04/2013 



Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe termina na próxima sexta-feira (26). Estão sendo imunizados idosos com mais de 60 anos, gestantes, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos. A população carcerária também recebe a dose.

Balanço parcial do Ministério da Saúde indica que 5.585.779 de pessoas foram vacinadas contra a gripe até as 12h do último sábado, Dia de Mobilização Nacional contra a doença. O número representa 17,5% do público-alvo de 39,2 milhões de pessoas.

Dados da pasta indicam que a vacina pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, a vacina pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60% e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente.


TRATAMENTO EM CASA

HOSPITAL DO RIO VAI TRATAR PACIENTES IDOSOS EM CASA
22/04/2013 - 



Da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A partir de agora, pacientes do Hospital Estadual Eduardo Rabello, em Campo Grande, na zona oeste do Rio, serão beneficiados com atendimento especial após período de internação na unidade de saúde. Uma equipe formada por assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional irá até a casa desses pacientes para dar continuidade ao tratamento, evitando reinternações desnecessárias. A expectativa é que o hospital, referência no atendimento ao idoso na capital fluminense, faça cerca de 15 visitas por mês.

Segundo o diretor da unidade, Edson Mendes Nunes, a intenção do projeto é aperfeiçoar o atendimento ao idoso, faixa etária que mais cresce no país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12% da população brasileira têm mais de 60 anos e o número de idosos cresceu 55% nos últimos dez anos.

“Com o passar do tempo, começamos a perceber que essa ida [dos profissionais de saúde] no domicílio representa qualidade de vida ao idoso. É ainda uma forma de ampliar o número de altas, desafogando os leitos do hospital. Muitas vezes o paciente que poderia ter alta fica internado porque não tem assistência em casa”.

A visita é feita por uma equipe multidisciplinar conhecida do idoso, facilitando o tratamento médico. De acordo com Nunes, as visitas têm ocorrido somente com moradores de Campo Grande e que tenham doenças que possam ser tratadas em casa, como enfermidades próprias da idade. Cada paciente será avaliado na primeira visita, e receberá tratamento personalizado segundo as suas necessidades.

Segundo o diretor, os pacientes receberão as visitas até que possam receber alta médica. Caso contrário, eles serão inseridos no Programa de Saúde da Família, do Ministério da Saúde, para dar continuidade ao tratamento. “Não há outro projeto no estado que tenha esse perfil, que englobe um espaço hospitalar com atendimento ambulatorial, internação e visita domiciliar”, avaliou Nunes.
O hospital, inaugurado em 1973, foi o primeiro a ser planejado e construído para atendimento geriátrico especializado na América do Sul. Com 120 leitos disponíveis, a unidade faz cerca de 100 internações e 2,5 mil consultas médicas por mês.

Para ampliar a assitência à terceira idade no estado, o governo do Rio inaugurou em outubro do ano passado o Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (Cepe), na Gávea, zona sul da cidade, que vai promover simpósios, seminários e cursos sobre o tema, além de prestar atendimento clínico. No mesmo mês, foi lançado o Centro Estadual do Trauma do Idoso (Ceti), no Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca, zona norte, destinado a idosos com fratura no fêmur.


Edição: Aécio Amado

Postado por Daisi Oliveira de Souza


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