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9 de jan. de 2013

ALZHEIMER E RECÉM-NASCIDOS



ALZHEIMER E RECÉM-NASCIDOS

Publicado em 'cerebral córtex " 09 de Janeiro 2013

O risco para a doença de Alzheimer pode ser visto em recém-nascidos

Algumas alterações cerebrais encontradas em adultos com variantes comuns de genes ligados a distúrbios como a esquizofrenia doença de Alzheimer, ou autismo também pode ser visto nas imagens do cérebro de crianças, de acordo com pesquisa publicada quinta-feira na revista Cerebral Cortex ".

"Os resultados sugerem que o desenvolvimento do cérebro pré-natal pode ser uma grande influência no risco psiquiátrico mais tarde na vida", disse Rebecca C. Knickmeyer, principal autor do estudo e professor assistente de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (UNC), nos Estados Unidos.

O estudo incluiu 272 crianças que foram convidados a ressonância magnética (RM) nos hospitais UNC logo após o nascimento. O DNA de cada uma delas foi testada para 10 variações comuns em sete genes que têm sido associadas com a estrutura do cérebro adulto e também têm sido implicados em doenças tais como a esquizofrenia, desordem bipolar, autismo, doença de Alzheimer, desordens de ansiedade e depressão.

Para alguns polimorfismos, tais como uma variação no gene APOE que está associado com a doença de Alzheimer, alterações no cérebro em recém-nascidos é muito semelhante às mudanças cerebrais encontrados em adultos com as suas variantes. Knickmeyer disse: "Isso pode estimular uma excitante nova linha de pesquisa que se concentra na prevenção do aparecimento da doença através da intervenção precoce em indivíduos de alto risco."


O estudo incluiu duas variantes do gene DISC1

Mas isto não é verdadeiro para cada polimorfismo incluídos no estudo, de acordo com a John H. Gilmore, autor do estudo, o professor Thad & Alice Eure e vice-presidente de Assuntos de Pesquisa e Científica do Departamento de Psiquiatria da UNC.

Por exemplo, o estudo incluiu duas variantes no gene DISC1 e uma dessas variantes, conhecidas como rs821616, os cérebros dos filhos pareciam muito semelhantes aos cérebros de adultos com esta variante, embora não houvesse nenhuma semelhança tal entre os cérebros das crianças e adultos de outra variante, rs6675281.

"Isso sugere que mudanças no cérebro associadas com esta variante do gene não estão presentes ao nascimento, mas desenvolver mais tarde na vida, talvez durante a puberdade", disse Gilmore. Para isso, adicionou Knickmeyer que é "fascinante" que as diferentes variantes dos mesmos efeitos de genes são tão únicos como para afetar ao desenvolvimento do cérebro.

http://www.europapress.es/chance/elbuenvivir/noticia-riesgo-alzheimer-puede-ver-recien-nacidos-20130103133324.html

*** Tradução automática Google 


Postado Por Daisi Oliveira de Souza

Menopausa está ligada a problemas de memória e raciocínio

Menopausa está ligada a problemas de memória e raciocínio, diz estudo.

Dificuldades ficam mais agudas no primeiro ano após última menstruação.
Pesquisa americana observou 117 mulheres divididas em quatro categorias.

03/01/2013

Problemas de memória, raciocínio e outras funções ligadas à cognição que afetam muitas mulheres entre os 40 e 50 anos de idade parecem ser mais agudos no período imediatamente após a menopausa, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (3) pela revista científica "Menopause".

"As mulheres, durante essa fase de transição, se queixaram por muito tempo de dificuldades cognitivas, como se lembrar de informações ou realizar tarefas que eram de rotina", disse a neuropsicológa e principal autora do estudo Miriam Weber, do Centro Médico da Universidade de Rochester, nos EUA.

"A pesquisa indica que esses problemas não só existem, mas se tornam mais evidentes nas mulheres no primeiro ano após seu último período menstrual", acrescentou.

O estudo observou 117 mulheres agrupadas em quatro categorias: etapa reprodutiva final (quando a paciente começa a notar mudanças em seu período menstrual), transição adiantada à menopausa, transição final à menopausa e etapa pós-menopausa adiantada.

As participantes passaram por vários testes para avaliar suas destrezas cognitivas, os sintomas relacionados a essa fase – como transtornos de sono, depressão e ansiedade – e um exame de sangue para determinar seus níveis do hormônio sexual estradiol, um indicador dos níveis de outro hormônio feminino, o estrogênio.

Os pesquisadores observaram que as mulheres na etapa pós-menopausa tinham um desempenho pior nas mediações de aprendizagem e memória verbais e destreza motriz que as voluntárias nos outros três períodos.

Além disso, o estudo identificou que os sintomas comunicados pelas mesmas mulheres, como depressão, ansiedade e dificuldades para dormir, não estão vinculados necessariamente com problemas de memória.

"Essas conclusões indicam que a deterioração cognitiva durante o período de transição é um processo independente, mais do que uma consequência da perda de sono ou depressão", acrescentou Miriam.

"Apesar dos níveis absolutos de hormônio poderem ser vinculados à função cognitiva, é possível que as oscilações que ocorrem durante esse período desempenhem um papel nos problemas de memória de muitas mulheres", disse a pesquisadora.
"O mais importante é assegurar para as mulheres que esses problemas são normais e muito provavelmente passageiros", destacou Miriam.

Fonte: G1/Bem Estar



Postado por DAISI OLIVEIRA DE SOUZA


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