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6 de dez. de 2012

TOXINA PRESENTE EM ALZHEIMER E A DEPRESSÃO

ESTUDO BRASILEIRO LIGA TOXINA PRESENTE EM ALZHEIMER A DEPRESSÃO 

Cérebro com Alzheimer tem a substância que causa sintoma de depressão.
Estudo realizado por brasileiros da UFRJ foi publicado em revista científica.

Estudo realizado por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aponta pela primeira vez que uma toxina presente no cérebro de pessoas que sofrem de doença de Alzheimer pode provocar também sintomas da depressão.

A pesquisa, public
ada nesta terça-feira (27) na revista científica “Molecular Psychiatry”, mostra ainda que camundongos que receberam a toxina, chamada de oligômeros de Abeta, para simular sintomas de uma pessoa com Alzheimer e depressão, e que foram tratados com o medicamento antidepressivo fluoxetina apresentaram melhoras na perda de memória e nas alterações de humor.

O cérebro de pessoas com Alzheimer sofre acúmulo desta toxina, que ataca as sinapses, meio pelo qual acontece a comunicação entre um neurônio e outro.
O “ataque” ocasionado pelas toxinas deixa os neurônios desconectados e causa falhas de memória. “Já sabíamos que os oligômeros causavam essa falha de cognição. O que descobrimos é que, além disso, causam depressão”, explica Sérgio Ferreira, professor titular do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e autor responsável pelo estudo.

Segundo ele, testes foram feitos há dois anos com cem camundongos, avaliados em dois períodos distintos: durante as primeiras 24 horas após a aplicação da toxina e oito dias depois da injeção dos oligômeros.

Os resultados mostraram que as cobaias apresentaram perda de memória e alterações compatíveis com comportamento depressivo. A conclusão foi obtida após a aplicação de testes que são utilizados comumente para diagnosticar casos de depressão em roedores, como o nado forçado, suspensão do camundongo pela cauda e preferência pelo açúcar.

Nos dois primeiros tipos de testes, o roedor saudável luta para sobreviver (seja para sair do ambiente com água ou tentar reverter sua posição ao ficar pendurado), enquanto o camundongo depressivo apresenta poucas reações. Já no terceiro teste, o roedor saudável busca a água com sacarose (açúcar), indicando que busca algo que lhe dê mais prazer. O camundongo doente não expressa reação quanto à água açucarada.


Em busca de tratamento

“A partir disto, começamos a pensar em uma forma de tratar os sintomas. Pensamos em utilizar antidepressivos, até que testamos a fluoxetina, utilizada atualmente no tratamento contra a depressão. Sabíamos que o medicamento causaria reação positiva quanto às alterações de humor, mas a nossa surpresa é que o remédio melhorou também a memória dos animais”, explicou.
De acordo com Ferreira, isso abre uma perspectiva de que a fluoxetina pode ser utilizada no tratamento de Alzheimer. “Não podemos dizer que é a cura, mas pode ser um tratamento. É a primeira descoberta na área, mas agora temos que fazer muitos estudos com animais, para chegarmos à conclusão de que esse tratamento pode funcionar com humanos”, disse.

De acordo com o pesquisador, no Brasil, 1 em cada 150 pessoas tem esta doença, que começa a se desenvolver com o avanço da idade. Estimativa dos especialistas da UFRJ é que entre 800 mil e 1,2 milhão de pessoas do país foram acometidas.
Geralmente, o Alzheimer pode apresentar sintomas a partir dos 65 anos. Idosos com idade a partir de 75 anos fazem parte do grupo de pessoas que mais podem ser afetadas pela doença. Pessoas que tiveram depressão ao longo da vida correm um risco maior de desenvolver Alzheimer quando mais velhos. Diabéticos também têm mais chance de serem afetados, principalmente pacientes com diabetes tipo 2.

O principal sintoma, além da depressão, é a perda de memória e a incapacidade de formar novas recordações, de acordo com Ferreira. “Nos casos de sintomas iniciais, a pessoa fica incapaz de reconhecer rostos que ele pode ter visto há pouco tempo ou ainda esquecer coisas recentes como, por exemplo, onde guardou as chaves”, explica o especialista.

Fonte g1.globo.com/bemestar

Postado por Daisi Oliveira de Souza


UMA NOVA FORMA DE PREVENÇÃO?

OTIMISMO É SAÚDE. UMA NOVA FORMA DE PREVENÇÃO?

"A ausência do negativo não é a mesma que a presença de Positivo"
O otimismo protege contra doenças cardiovasculares
Pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, garantindo que as pessoas que têm uma visão mais positiva da vida e melhor equilíbrio psicológico têm um menor risco de doença cardiovascular, de acordo com resultados de um estudo publicado em "Psychological Bulletin", revista da Associação Americana de Psicologia.Especificamente, os autores deste encontrar analisou mais de 200 estudos sobre os benefícios de saúde e de otimismo, nesse sentido, revelou que, além de que os otimistas têm uma melhor saúde geral, como também observado esta atitude vida ajuda a reduzir os fatores de risco cardiovasculares como hipertensão arterial e colesterol elevado.Varios estudos já haviam mostrado que estados psicológicos negativos, como estresse, ansiedade, depressão ou a hostilidade, aumenta o risco de problemas cardíacos, mas, de tempo, ainda não havia analisado os efeitos do humor contrario. 

Assim, cientistas analisaram os fatores registrados, como o grau de otimismo de um indivíduo, a sua satisfação com a vida e felicidade.

Assim, observou-se que os indivíduos com maior bem psicológico apresentaram um risco 50 por cento menor de doenças cardíacas e circulatórias, independentemente da idade, status socioeconômico, tabagismo e peso corporal dos participantes. Ausência "do negativo não é é o mesmo que a presença do positivo ", disse à BBC o Dr. Julia Boehm, que liderou a estudio.Tal e como os pesquisadores, foi citado pela Europa Press, os indivíduos com uma maior sensação de bem-estar estão ligados um estilo de vida saudável, como exercícios, uma dieta saudável e dormir bem.

Mas esta bem maior também está ligada a melhora das funções biológicas, tais como níveis mais baixos de pressão arterial, níveis saudáveis de gordura no sangue e do peso corporal normal. Dr. Boehm sublinhou, no entanto, que esses resultados apenas sugerem um relacionamento e "não quer dizer que o otimismo é um tampão" contra essas doenças ", e reconheceu que" o humor é muito difícil de medir objetivamente. " No entanto, acrescentou, se outros estudos confirmam que os níveis de otimismo, satisfação e felicidade ter um impacto sobre a saúde cardiovascular, isso deve ser levado em conta no estabelecimento de estratégias de prevenção e tratamento.

Fonte: (Europapress)
Postado por Daisi Oliveira de Souza


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