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20 de fev. de 2010

Pesquisa descobre um fator que pode causar o mal de Alzheimer

Redação SRZD Ciência 18/11/2008 08:29

Pesquisa descobre um fator que pode causar o mal de Alzheimer

O acúmulo da proteína beta-amilóide no cérebro é responsável pelo mal de Alzheimer. O órgão tem mecanismos para se defender contra o aumento da proteína, mas uma equipe de cientistas descobriu que o gene apoE4 dificulta a eliminação de beta-amilóide, o que faz com que o cérebro fique "sujo" mais rapidamente.
O pesquisador da Universidade de Rochester, Nova York, Rashid Deane, líder da pesquisa, disse que o gene interfere no metabolismo da proteína, e que por isso é um fator de risco para o mal de Alzheimer.
"Sabemos que o cérebro utiliza uma molécula chamada LRP1, que é muito eficiente na eliminação da beta-amilóide. Mas agora descobrimos que existe outra molécula que trabalha muito mais devagar", explicou Rashid Deane.
A molécula se chama VLDLR, e é 20 vezes mais lenta que o LRP1. Na presença do apoE4, o cérebro ativa o sistema mais lento, o que causa o acúmulo de beta-amilóide, que, por sua vez, pode gerar o mal de Alzheimer.

9 de fev. de 2010

VAI UM 'FUMINHO' AÍ ?

Do G1, em São Paulo  09/02/10 - 10h47 -

"Maconha é ineficaz contra mal de Alzheimer, mostra estudo."

Ratos com gene humano da doença foram testados em laboratório.
Pesquisas anteriores diziam que droga agia contra o problema.

Possíveis benefícios da maconha no tratamento do mal de Alzheimer foram testados por cientistas do Canadá, e o resultado foi decepcionante: a droga provou-se cem por cento ineficaz. A descoberta, publicada no jornal científico “Current Alzheimer Research”, esfria as expectativas do uso da droga contra doenças que afetam a memória e a capacidade de aprendizado.



Estudos anteriores usando animais mostraram que a substância HU210 – uma fórmula sintética dos componentes encontrados na maconha – conseguia estimular o crescimento de novos neurônios. Na época, foram usados ratos que carregavam uma toxina responsável pela formação de placas no cérebro, assim como na doença de Alzheimer.
Nos novos estudos, promovidos pela Universidade de British Columbia e pelo Instituto Coastal Health Research, foram usados ratos carregados com os genes humanos responsáveis pelo mal de Alzheimer, que são considerados modelos mais confiáveis para a pesquisa da doença.



Os cientistas esperavam bons resultados, mas os ratos, tratados com altas doses de HU210 durante várias semanas, não se mostraram em condições melhores do que o grupo de controle – os animais que não ingeriram nenhuma substância. O efeito foi contrário: os animais que tomaram a droga acabaram com menos células cerebrais.

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